Festas juninas, festa de São João ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João".
Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa — Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia —, mas são encontrados também na Irlanda, na Galiza, partes do Reino Unido (especialmente na Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.
Tradições e costumes
Origem da fogueira
Fogueira de São João em Mäntsälä na Finlândia. Fogueiras de São João são bastantes populares na Finlândia, onde parte da população passa o dia de São João ("Juhannus") no campo ao redor das cidades em festejos.
Balão de São João em Portugal, cidade do Porto
De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em árvore de natal, a fogueira do dia de "Midsummer" (25 de dezembro) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.junio camargo
O uso de balões
O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil, está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Este costume foi trazido pelos portugueses para o Brasil, e ele se mantém em ambos lados do Atlântico, sendo que é na cidade do Porto, em Portugal, onde mais se evidência. Fogos de artifício manuseados por pessoas privadas e espetáculos pirotécnicos organizados por associações ou municipalidades tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste, em outras partes do Brasil e em Portugal. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Em Portugal, pequenos papéis são atados no balão com desejos e pedidos. Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança. Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, devido ao risco de incêndio.
Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas, conhecidas por nomes como traque, chilene, cordão, cabeção-de-negro, cartucho, treme-terra, rojão, buscapé, cobrinha, espadas-de-fogo.
O mastro de São João
O mastro de São João, conhecido em Portugal também como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo hoje em dia uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem, no entanto, no costume pagão de levantar o "mastro de maio", ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.
Além de sua cristianização profunda em Portugal e no Brasil, é interessante notar que o levantamento do mastro de maio em Portugal é também erguido em junho e a celebrar as festas desse mês — o mesmo fenômeno também ocorrendo na Suécia, onde o mastro de maio, "majstången", de origem primaveril, passou a ser erguido durante as festas estivais de junho, "Midsommarafton". O fato de suspender milhos e laranjas ao mastro de São João parece ser um vestígio de práticas pagãs similares em torno do mastro de maio. Em Lóriga a tradição do Cambeiro é celebrada em Janeiro.
Hoje em dia, um rico simbolismo católico popular está ligado aos procedimentos envolvendo o levantamento do mastro e os seus enfeites.
A Quadrilha
A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a "quadrille", em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A "quadrille" francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da "contredanse", popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A "contredanse" se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina, surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.
Quadrilha Junina da Festa do São Pedro de Belém (Paraíba)
A "quadrille" veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).
Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.
O nacionalismo folclórico marcou as ciências sociais no Brasil como na Europa entre os começos do Romantismo e a Segunda Guerra Mundial. A quadrilha, como outras danças brasileiras tais que o pastoril, foi sistematizada e divulgada por associações municipais, igrejas e clubes de bairros, sendo também defendida por professores e praticada por alunos em colégios e escolas, na zona rural ou urbana, como sendo uma expressão da cultura cabocla e da república brasileira. Esse folclorismo acadêmico e ufano explica duma certa maneira o aspecto matuto rígido e artificial da quadrilha.
No entanto, hoje em dia, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.
Desde do século XIX e em contato com diferentes danças do país mais antigas, a quadrilha sofreu influências regionais, daí surgindo muitas variantes:
"Quadrilha Caipira" (São Paulo)
"Saruê", corruptela do termo francês "soirée", (Brasil Central)
"Baile Sifilítico" (Bahia)
"Mana-Chica" (Rio de Janeiro)
"Quadrilha" (Sergipe)
"Quadrilha Matuta"
Hoje em dia, entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão, pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. Não existe uma música específica que seja própria a todas as regiões. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadenciamento das marcações.
Em geral, para a prática da dança é importante a presença de um mestre "marcante" ou "marcador", pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver. Termos de origem francesa são ainda utilizados por alguns mestres para cadenciar a dança.
Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do nordeste(indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um "noivo" e uma "noiva", já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a às festas de São João europeias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais. Esse aspecto matrimonial juntamente com a fogueira junina constituem os dois elementos mais presentes nas diferentes festas de São João da Europa e outros paises na minha cidade de almenar atanbem é muito populosa com qrandes festas de quadrilha
Outras danças e canções
No nordeste brasileiro, o forró assim como ritmos aparentados tais que o baião, o xote, o reizado, o samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.
Costumes populares
Festa junina caipira.
As festas juninas brasileiras podem ser divididas em dois tipos distintos: as festas da Região Nordeste e as festas do Brasil caipira, ou seja, nos estados de São Paulo, Paraná (norte), Minas Gerais (sobretudo na parte sul) e Goiás.
No Nordeste brasileiro se comemora, com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os participantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de chita e chapéu de palha.
No interior de São Paulo ainda se mantêm a tradição da realização de quermesses e danças de quadrilha em torno de fogueiras.
Em Portugal há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-porro nas cabeças das pessoas principalmente nas crianças e quando os rapazes se querem meter com as raparigas solteiras.
No nordeste brasileiro, O forró assim como ritimos aparentados tais que o baião, o xote, o reizado,o samba-de-coco e as cantigas são danças e cançoes típicas das festas juninas.
Simpatias, sortes e adivinhas para Santo Antônio
O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente, debochado e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando.
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar sendo usados pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo Antônio:
Moças solteiras, desejosas de se casar, em várias regiões do Brasil, colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo. E elas pedem:
Meu Santo Antônio
Para arrumar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo Antônio, fazendo a ele o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Salve-Rainha. Pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama. Ela só deve ser desvirada quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13, é comum ir à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente pelos frades. Em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. O pão, que é bento, deve ser deixado junto aos demais mantimentos para que estes não faltem jamais.
Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se 200 a 300 casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.
Festas juninas por país
Brasil
As festas juninas, são na sua essência multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os instrumentos usados, cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco, etc, estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos para o Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão. As roupas 'caipiras' ou 'saloias' são uma clara referência ao povo campestre, que povoou principalmente o nordeste do Brasil e muitíssimas semelhanças se podem encontrar no modo de vestir 'caipira' tanto no Brasil como em Portugal. Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais tiveram o seu início em Portugal com as novidades que na época dos descobrimentos os portugueses levavam da Ásia, enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora por exemplo. Embora os balões tenham sido proibidos em muitos lugares do Brasil, eles são usados na cidade do Porto em Portugal com muita abundância e o céu se enche com milhares deles durante toda a noite.
No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais são oriundas as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
As grandes mudanças no conceito artístico contemporâneo, acarretam na "adequação e atualização" destas festas, onde rítimos e bandas não tradicionais aos tipicamente vivenciados são acrescentadas as grades e programações de festas regionais, incentivando o maior interesse de novos públicos. Essa tem sido a aposta de vários festejos para agradar a todos, não deixando de lado os costumes juninos, têm-se como exemplo as festas do interior da Bahia, como a de Santo Antônio de Jesus, que apesar da inclusão de novas programações não deixa de lado a cultura nordestina do forró, conhecido como "pé de serra" nos dias de comemoração junina.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.
O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiais acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos.
Locais
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos do São João, são parte da tradição popular em geral. Nessas festas podemos encontrar imensas semelhanças tanto no Brasil como em Portugal, mas não só. Na África e na Ásia, Macau, Índia, Malásia, na Comunidade Cristang, os portugueses deixaram essa tradição dos santos populares bem marcada.
Atualmente, os festejos ocorridos em cidades pólos do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Santo Antônio de Jesus, Amargosa, Cachoeira Cruz das Almas, Piritiba e Senhor do Bonfim na Bahia, na Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas; Recife em Pernambuco; Aracaju em Sergipe; Caruaru em Pernambuco; Campina Grande na Paraíba; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará. Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia. As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre. Além disso, Juazeiro do Norte no Ceará e Mossoró no Rio Grande do Norte disputam o terceiro lugar de maior são joão do mundo.
Portugal
Em Portugal, estas festividades, genericamente conhecidas pelo nome de Festas dos santos populares, correspondem a diferentes feriados municipais: São Gonçalo em Amarante; Santo António em Aljustrel, Amares, Cascais, Estarreja, Ferreira do Zêzere, Lisboa, Proença-a-Nova, Reguengos de Monsaraz, Vale de Cambra, Vila Nova da Barquinha, Vila Nova de Famalicão, Vila Real e Vila Verde; São João em Aguiar da Beira, Alcochete, Almada, Almodôvar, Alcácer do Sal, Angra do Heroísmo, Armamar, Arronches, Braga, Calheta, Castelo de Paiva, Castro Marim, Cinfães, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Guimarães, Horta, Lajes das Flores, Lourinhã, Lousã, Mértola, Moimenta da Beira, Moura, Nelas, Porto, Porto Santo, Santa Cruz das Flores, Santa Cruz da Graciosa, Sertã, Tabuaço, Tavira,Terras de Bouro, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca do Campo, Vila Nova de Gaia, Vila do Porto e Vizela; São Pedro em Alfândega da Fé, Bombarral, Castro Daire, Castro Verde, Celorico de Basto, Évora, Felgueiras, Lajes do Pico, Macedo de Cavaleiros, Montijo, Penedono, Porto de Mós, Póvoa de Varzim, Ribeira Brava, São Pedro do Sul, Seixal, Sintra e Torres Vedras.
Nas cidades do Porto e de Braga em Portugal, o São João é festejado com uma intensidade inigualável, sendo que a festa é, à semelhança do que acontece no Nordeste do Brasil, entregue às pessoas que passam o dia e a noite nas ruas das cidades que são autênticos arraiais urbanos.
Festas de São João são ainda celebradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos (França, Irlanda, os países nórdicos e do Leste europeu). As fogueiras de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados (como o casamento fictício no baile da quadrilha nordestina e na tradição portuguesa) são costumes ainda hoje praticados em festas de São João europeias.
França
A "Fête de Saint-Jean" (Festa de São João), tal como no Brasil e em Portugal, é comemorada no dia 24 de junho e tem como maior característica a fogueira. Em certos municípios franceses, uma alta fogueira é erigida pelos habitantes em honra a São João Batista. Trata-se de uma festa católica, embora ainda sejam mantidas tradições pagãs que originaram a festa. Na região de Vosges, a fogueira é chamada "chavande".
Polônia
As tradições juninas da Polônia estão associadas principalmente com as regiões da Pomerânia e da Casúbia, e a festa é comemorada dia 23 de junho, chamada localmente 'Noc Świętojańska" (Noite de São João). A festa dura todo o dia, começando às 8h da manhã e varando a madrugada. De maneira análoga à festa brasileira, uma das características mais marcantes é o uso de fantasias, no entanto não de trajes camponeses como no Brasil, mas de vestimentas de piratas. Fogueiras são acesas para marcar a celebração. Em algumas das grandes cidades polonesas como Varsóvia e Cracóvia esta festa faz parte do calendário oficial da cidade.
Ucrânia
A festa de Ivana Kupala (João Batista) é conhecida como a mais importante de todas as festas ucranianas de origem pagã, e vai desde '''23 de junho''' até 6 de julho. É um rito de celebração pelo verão, que foi absorvido pela Igreja Ortodoxa. Muitos dos rituais das festas juninas ucranianas estão relacionados com o fogo, a água, fertilidade e auto-purificação. As moças, por exemplo, colocam guirlandas de flores na água dos rios para dar sorte. É bastante comum também pular as chamas das fogueiras. As festas juninas eslavas inspiraram o compositor Modest Mussorgsky para sua famosa obra "Noite no Monte Calvo"...
Suécia
As festas juninas da Suécia (Midsommarafton) são as mais famosas do mundo. É considerada a festa nacional sueca por excelência, comemorada ainda mais que o Natal. Ocorre entre os dias 20 e 26 de junho, sendo a sexta-feira o dia mais tradicional. Uma das características mais tradicionais são as danças em círculo ao redor do majstången, um mastro colocado no centro da aldeia. Quando o mastro é erigido, são atiradas flores e folhas. Tanto o majstången sueco (mastro de maio) como o mastro de São João brasileiro têm as suas origens no "mastro de maio" dos povos germânicos.
Durante a festa, são cantados vários cânticos tradicionais da época e as pessoas se vestem de maneira rural, tal como no Brasil. Por acontecer no início do verão, são comuns as mesas cheias de alimentos típicos da época, como o morangos e as batatas. Também são tradicionais as simpatias, sendo a mais famosa a das moças que constroem buquês de sete ou nove flores de espécies diferentes e colocam sob o travesseiro, na esperança de sonhar com o futuro marido. No passado, acreditava-se que as ervas colhidas durante esta festa seriam altamente poderosas, e a água das fontes dariam boa saúde. Também nesta época, decoram-se as casas com arranjos de folhas e flores, segundo a superstição, para trazer boa sorte.
Durante este feriado, as grandes cidades suecas, como Estocolmo e Gotemburgo tornam-se desertas, pois as pessoas viajam para suas casas de veraneio para comemorar a festa.
Festa do Verão (Suécia)
A Festa do Verão (em sueco Midsommar) é a festa mais popular da Suécia.
É a festa do dia do solstício do Verão, o dia mais longo de todo o ano, com o sol a aparecer lá pelas 4 horas da manhã e a pôr-se lá pelas 10 horas da noite.
É celebrada no último sábado de junho, sendo o feriado mais esperado em todo o ano, tanto por crianças como por adultos.
Os momentos altos da festa são a dança à volta do mastro (majstång) e a refeição com a família e os amigos.
Dança
Adultos e crianças dançam juntas à volta de um mastro enfeitado com folhas e flores coloridas.
Refeição
Prato tradicional: batatas novas cozidas com casca, e arenque curtido, com molho de natas coalhadas e cebolinho.
Para sobremesa: morangos com natas batidas.
Tudo isto regado com sumos para as crianças e cerveja para os adultos.
Um blog que mostrará a verdade. "Então conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará" (Jo 8:32).
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Páscoa
Estamos em época de pascoa e o que se passa ao povo eh somente a morte e ressurreição de Cristo, mas lendo Êxodo 12, vi também outros significados:
"Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família.
Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro.
O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras.
E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde.
E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem.
Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR.
E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.
Sete dias comereis pães ázimos; ao primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, desde o primeiro até ao sétimo dia, aquela alma será cortada de Israel.
Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo.
Nenhuma coisa levedada comereis; em todas as vossas habitações comereis pães ázimos." (Ex 12:3-7; 11,13,14,15,17 e 20).
Agora, uma pequena aula de Tipologia Bíblica. Significados que encontrei da Páscoa:
- Morte e ressurreição de Cristo que foi o Cordeiro mudo e sem mácula sacrificado por nós exatamente na hora nona hebraica,tida por estudiosos como as nossas 15 horas da tarde.
-Esta celebração é hoje na verdade uma comemoração hebraica pelo período que os hebreus foram libertos da escravidão no Egito. Egito na Bíblia tem o conhecido signifcado de mundo secular; sem Cristo.
- E o principal agora: O sangue nas ombreiras e vergas das portas, lombos singidos, sapatos nos pés, cajado nas mãos e os pães azimos; são símbolos da nossa justificação por Cristo, estarmos sempre revestidos da Palavra e servirmos de testemunhas quanto a Jesus, os pães azimos significam uma vida santa e apenas comê-los deixando de lado as coisas levedadas, seria viver somente em santidade; sem deixarmos nos influenciar por coisas externas à Deus.
Por este último tópico então sugiro que deixemos de lado os ovos, pois são um símbolo pagão talvez imserido pelo Império Romano que era um imitador da Grécia em inserir sua cultura e religião aos povos dominados. Vejamos:
"Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara."
Tudo bem que ovo seja símbolo de vida e coelho de reprodução. O que levaria à nova vida em santidade e cumprirmos o ide; mas, existe outro Deus além do nosso? Deixemos então de cultuar deuses romanos e bárbaros.
"Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado!" (Gl 1:8).
"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Rm 12:2).
Fiquem na Paz.
Fontes: Bíblia e Wikipedia
"Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família.
Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro.
O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras.
E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde.
E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem.
Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR.
E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.
Sete dias comereis pães ázimos; ao primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, desde o primeiro até ao sétimo dia, aquela alma será cortada de Israel.
Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo.
Nenhuma coisa levedada comereis; em todas as vossas habitações comereis pães ázimos." (Ex 12:3-7; 11,13,14,15,17 e 20).
Agora, uma pequena aula de Tipologia Bíblica. Significados que encontrei da Páscoa:
- Morte e ressurreição de Cristo que foi o Cordeiro mudo e sem mácula sacrificado por nós exatamente na hora nona hebraica,tida por estudiosos como as nossas 15 horas da tarde.
-Esta celebração é hoje na verdade uma comemoração hebraica pelo período que os hebreus foram libertos da escravidão no Egito. Egito na Bíblia tem o conhecido signifcado de mundo secular; sem Cristo.
- E o principal agora: O sangue nas ombreiras e vergas das portas, lombos singidos, sapatos nos pés, cajado nas mãos e os pães azimos; são símbolos da nossa justificação por Cristo, estarmos sempre revestidos da Palavra e servirmos de testemunhas quanto a Jesus, os pães azimos significam uma vida santa e apenas comê-los deixando de lado as coisas levedadas, seria viver somente em santidade; sem deixarmos nos influenciar por coisas externas à Deus.
Por este último tópico então sugiro que deixemos de lado os ovos, pois são um símbolo pagão talvez imserido pelo Império Romano que era um imitador da Grécia em inserir sua cultura e religião aos povos dominados. Vejamos:
"Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara."
Tudo bem que ovo seja símbolo de vida e coelho de reprodução. O que levaria à nova vida em santidade e cumprirmos o ide; mas, existe outro Deus além do nosso? Deixemos então de cultuar deuses romanos e bárbaros.
"Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado!" (Gl 1:8).
"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Rm 12:2).
Fiquem na Paz.
Fontes: Bíblia e Wikipedia
sábado, 15 de janeiro de 2011
Uma Comparação do Mormonismo, Catolicismo e Protestantismo
Uma Comparação do Mormonismo, Catolicismo e Protestantismo: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
Isso mostra que o Mormonismo é mais uma ilusão de satanás para os humanos.
Isso mostra que o Mormonismo é mais uma ilusão de satanás para os humanos.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Muricy e Telê em um só
Pai de santo diz que técnico campeão brasileiro fez ‘conjunção espiritual’ com o mestre
O ‘encontro' entre o tetracampeão brasileiro Muricy Ramalho e seu mestre Telê Santana, já falecido, que foi narrado pelo treinador do Fluzão, após a conquista do título, não foi apenas um sonho, como descreveu o técnico. Segundo o pai de santo Sérgio de Ogum, o espírito do Fio de Esperança ‘baixou' no comandante tricolor para atender um pedido feito pelo próprio, que já havia dito que rezou para o ex-técnico da Seleção, com quem trabalhou e a quem considera como seu mestre.
"O Muricy se enganou. O que houve não foi um sonho, mas uma conjunção espiritual. Como o próprio Muricy já havia dito antes, ele rezava pelo Telê, que era seu mestre. O espírito então atendeu e numa hora em que o seu pupilo mais precisava, ele desceu para ajudar. O espírito que ainda vive no plano terreno interpreta isso como um sonho, mas na verdade foi o encontro de dois espíritos em um só corpo", afirmou Pai Sérgio.
O espiritualista também tem uma explicação para o aguaceiro que desabou na cidade após a conquista do Flu. Ao contrário da brincadeira dos rivais, que diziam que era pelo milagre do título do Fluzão, o temporal foi obra da Rainha das Águas, Iemanjá.
"Isso já foi dito: São Jorge, que é Ogum, é o padroeiro do Corinthians e um santo do fogo. Oxóssi, protetor do Fluminense, pediu ajuda à sua mãe, Iemanjá, na batalha. E como se apaga o fogo? Com água! Por isso o temporal de domingo.Nada mais que obra de Iemanjá", concluiu pai Sérgio.
Gol ‘igual' ao de 1984
O gol de Emerson contra o Guarani foi bastante parecido com aquele marcado por Romerito em 1984, na decisão do Brasileirão contra o Vasco: bola cruzada da esquerda, desvio do centroavante - nos dois casos, o mesmo nome: Washington - e chute para as rede. A diferença é que Romerito marcou após rebote do goleiro, e a bola do Sheik entrou direto. Para Pai Sérgio de Ogum, não há mistério nem coincidência: "Todo o jogo esteve envolvido na guerra espiritual de Ogum e Oxóssi. Sendo que Oxóssi é um Orixá brincalhão, que prega peças. Esse gol poderia ser uma traquinagem de Oxóssi", afirmou o pai de santo.
Isto é um absurdo. O que na verdade ocorreu é que Muricy tem utilizado tudo que aprendeu com Telê. Ele sonhou, por estar com frequência relembrando sua época de assistente técnico de Telê Santana.
Estou citando o futebol por ver este absurdo publicado no jornal Meia Hora.
"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo," (Hb 9:27)
O ‘encontro' entre o tetracampeão brasileiro Muricy Ramalho e seu mestre Telê Santana, já falecido, que foi narrado pelo treinador do Fluzão, após a conquista do título, não foi apenas um sonho, como descreveu o técnico. Segundo o pai de santo Sérgio de Ogum, o espírito do Fio de Esperança ‘baixou' no comandante tricolor para atender um pedido feito pelo próprio, que já havia dito que rezou para o ex-técnico da Seleção, com quem trabalhou e a quem considera como seu mestre.
"O Muricy se enganou. O que houve não foi um sonho, mas uma conjunção espiritual. Como o próprio Muricy já havia dito antes, ele rezava pelo Telê, que era seu mestre. O espírito então atendeu e numa hora em que o seu pupilo mais precisava, ele desceu para ajudar. O espírito que ainda vive no plano terreno interpreta isso como um sonho, mas na verdade foi o encontro de dois espíritos em um só corpo", afirmou Pai Sérgio.
O espiritualista também tem uma explicação para o aguaceiro que desabou na cidade após a conquista do Flu. Ao contrário da brincadeira dos rivais, que diziam que era pelo milagre do título do Fluzão, o temporal foi obra da Rainha das Águas, Iemanjá.
"Isso já foi dito: São Jorge, que é Ogum, é o padroeiro do Corinthians e um santo do fogo. Oxóssi, protetor do Fluminense, pediu ajuda à sua mãe, Iemanjá, na batalha. E como se apaga o fogo? Com água! Por isso o temporal de domingo.Nada mais que obra de Iemanjá", concluiu pai Sérgio.
Gol ‘igual' ao de 1984
O gol de Emerson contra o Guarani foi bastante parecido com aquele marcado por Romerito em 1984, na decisão do Brasileirão contra o Vasco: bola cruzada da esquerda, desvio do centroavante - nos dois casos, o mesmo nome: Washington - e chute para as rede. A diferença é que Romerito marcou após rebote do goleiro, e a bola do Sheik entrou direto. Para Pai Sérgio de Ogum, não há mistério nem coincidência: "Todo o jogo esteve envolvido na guerra espiritual de Ogum e Oxóssi. Sendo que Oxóssi é um Orixá brincalhão, que prega peças. Esse gol poderia ser uma traquinagem de Oxóssi", afirmou o pai de santo.
Isto é um absurdo. O que na verdade ocorreu é que Muricy tem utilizado tudo que aprendeu com Telê. Ele sonhou, por estar com frequência relembrando sua época de assistente técnico de Telê Santana.
Estou citando o futebol por ver este absurdo publicado no jornal Meia Hora.
"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo," (Hb 9:27)
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
A Verdade Sobre O Espritismo
A palavra espiritismo tem sua origem no vocábulo francês espiritisme. É uma doutrina filosóficoreligiosa baseada no crença da comunicação entre os vivos e os mortos (Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa. Celso Pedro Luft).
O espiritismo, enquanto tentativa de contato com os mortos, fazia parte da cultura de vários povos da antiguidade como os egípcios, caldeus. assírios, hindus, chineses, gregos, romanos, e dos primeiros habitantes da palestina.
O início oficial do espiritismo moderno, deuse em um lugarejo de Nova Iorque nos Estados Unidos, chamado Hydesville, no ano de 1848, num curioso episódio ocorrido na residência dos Fox. Cujas doutrinas foram codificadas nove anos depois por Allan Kardec.
Divisões do espiritismo
Espiritismo Comum
Quiromancia, cartomancia, grafologia, hidromancia, astrologia.
Baixo Espiritismo
Também conhecido coma espiritismo pagão, identificado pelas seguseguintes práticas: vudu, candomblé, umbanda, quimbanda, macumba.
Espiritismo Científico
Também conhecido como “alto espiritismo”, “espiritismo ortodoxo”, “espiritismo profissional”, ou “espiritualismo”. Essa classe de espiritismo vem mascarada pelos seguintes títulos: ecletismo, esoterismo e teosofismo.
Espiritismo Kardecista
Como o próprio nome sugere, essa classe do espiritismo tem sua doutrina baseada nos ensinamentos de Allan Kardec.
O que o espiritismo tem de contraditório com a Bíblia?
Nega a inspiração divina da Bíblia (II Tm 3.16,17);
Nega a doutrina da trindade (II Pd 1.17; Jo 1.1; At 5.3,4);
Nega a deidade de Cristo (Mc 2.112; Jo 9.36.37; Jo 20.28):
Nega a ressurreição corporal de Jesus (At 1.3;I Co 15.38);
Nega nossa redenção por Cristo (1 Tm 1.15);
Nega a existência do céu como lugar de felicidade (Rm 14.17):
Nega a existência do inferno como lugar de tormento eterno (Mt 5.2229);
Nega a existência do diabo e dos demônios (Lc 10.17,18);
Nega a ressurreição do corpo (1 Co 15.149);
Nega os milagres de Jesus.
Toda estrutura do espiritismo tem sua sustentação em duas colunas. sem as quais o mesmo ruiria. Que são: a reencarnação e a invocação dos mortos.
REENCARNAÇÃO: crença de que quando uma pessoa morre, seu espírito voltará a ocupar outro corpo. Refutação: “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo. (Hb 9.27)
INVOCAÇÃO DOS MORTOS: acerca deste ponto iremos ler 1 Samuel 28.Refutação:“Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der. Não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações, entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador. nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos: pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus a lança fora diante dele. Perfeito serás. Como o Senhor teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores: porém a ti o Senhor teu Deus não permitiu tal cousa”, (Dt l8.914).
Vejamos agora, de maneiro sintetizada, o posicionamento do Espiritismo acerca dos seguintes assuntos:
DEUS: É um ser impessoal em forma de inteligência e ao mesmo tempo um poder supremo.
JESUS: Ele foi o maior médium, um espírito evoluído e iluminado, O ser mais perfeito que jamais esteve na terra, e que não é Deus. Afirmam que não há igualdade absoluta entre Deus e Jesus.
ESPÍRITO SANTO: Afirmam que o “Consolador” a quem Jesus se referiu, seriam os espíritos de luz. Assim o espiritismo é o que Jesus disse do consolador prometido.
A BÍBLIA: Não tem a Bíblia como base de sua crença: A Bíblia está repleta de erros. Utilizam o “Evangelho Segundo o Espiritismo” e o “Livro dos Espíritos”.
A SALVAÇÃO: Crêem na salvação através das boas obras, e na reencarnação como condição de evolução espiritual conseguida pelo próprio homem.
Portanto, como vêem o espiritismo, seguido por tantos não passa de mais uma mentira do diabo.
Fiquem na Paz.
O espiritismo, enquanto tentativa de contato com os mortos, fazia parte da cultura de vários povos da antiguidade como os egípcios, caldeus. assírios, hindus, chineses, gregos, romanos, e dos primeiros habitantes da palestina.
O início oficial do espiritismo moderno, deuse em um lugarejo de Nova Iorque nos Estados Unidos, chamado Hydesville, no ano de 1848, num curioso episódio ocorrido na residência dos Fox. Cujas doutrinas foram codificadas nove anos depois por Allan Kardec.
Divisões do espiritismo
Espiritismo Comum
Quiromancia, cartomancia, grafologia, hidromancia, astrologia.
Baixo Espiritismo
Também conhecido coma espiritismo pagão, identificado pelas seguseguintes práticas: vudu, candomblé, umbanda, quimbanda, macumba.
Espiritismo Científico
Também conhecido como “alto espiritismo”, “espiritismo ortodoxo”, “espiritismo profissional”, ou “espiritualismo”. Essa classe de espiritismo vem mascarada pelos seguintes títulos: ecletismo, esoterismo e teosofismo.
Espiritismo Kardecista
Como o próprio nome sugere, essa classe do espiritismo tem sua doutrina baseada nos ensinamentos de Allan Kardec.
O que o espiritismo tem de contraditório com a Bíblia?
Nega a inspiração divina da Bíblia (II Tm 3.16,17);
Nega a doutrina da trindade (II Pd 1.17; Jo 1.1; At 5.3,4);
Nega a deidade de Cristo (Mc 2.112; Jo 9.36.37; Jo 20.28):
Nega a ressurreição corporal de Jesus (At 1.3;I Co 15.38);
Nega nossa redenção por Cristo (1 Tm 1.15);
Nega a existência do céu como lugar de felicidade (Rm 14.17):
Nega a existência do inferno como lugar de tormento eterno (Mt 5.2229);
Nega a existência do diabo e dos demônios (Lc 10.17,18);
Nega a ressurreição do corpo (1 Co 15.149);
Nega os milagres de Jesus.
Toda estrutura do espiritismo tem sua sustentação em duas colunas. sem as quais o mesmo ruiria. Que são: a reencarnação e a invocação dos mortos.
REENCARNAÇÃO: crença de que quando uma pessoa morre, seu espírito voltará a ocupar outro corpo. Refutação: “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo. (Hb 9.27)
INVOCAÇÃO DOS MORTOS: acerca deste ponto iremos ler 1 Samuel 28.Refutação:“Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der. Não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações, entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador. nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos: pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus a lança fora diante dele. Perfeito serás. Como o Senhor teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores: porém a ti o Senhor teu Deus não permitiu tal cousa”, (Dt l8.914).
Vejamos agora, de maneiro sintetizada, o posicionamento do Espiritismo acerca dos seguintes assuntos:
DEUS: É um ser impessoal em forma de inteligência e ao mesmo tempo um poder supremo.
JESUS: Ele foi o maior médium, um espírito evoluído e iluminado, O ser mais perfeito que jamais esteve na terra, e que não é Deus. Afirmam que não há igualdade absoluta entre Deus e Jesus.
ESPÍRITO SANTO: Afirmam que o “Consolador” a quem Jesus se referiu, seriam os espíritos de luz. Assim o espiritismo é o que Jesus disse do consolador prometido.
A BÍBLIA: Não tem a Bíblia como base de sua crença: A Bíblia está repleta de erros. Utilizam o “Evangelho Segundo o Espiritismo” e o “Livro dos Espíritos”.
A SALVAÇÃO: Crêem na salvação através das boas obras, e na reencarnação como condição de evolução espiritual conseguida pelo próprio homem.
Portanto, como vêem o espiritismo, seguido por tantos não passa de mais uma mentira do diabo.
Fiquem na Paz.
História e origem do Halloween
O ano pagão (aquele que crê em mais de um deus) tem por volta de quatro estações de dias para celebração: outono, meio-inverno, primavera e meio-verão.
1. O Outono Equinox: esse é o período no outono onde os dias e as noites tem aproximadamente a mesma duração. Geralmente é um tempo de celebração da colheita mas a ênfase esta na morte da natureza e na morte em si mesma.
2. O Inverno Solstice: esse é o período no inverno quando os dias são os mais curtos e as noites as mais longas. Os romanos pagãos chamavam essa celebração de Saturnalia em honra ao seu deus Saturn. De uma maneira geral existe a crença entre os pagãos de que o sol morre durante o inverno solstice e depois se levanta da morte.
3. O Verão Equinox: esse e o período na primavera quando os dias e as noites tem novamente duração aproximada. Essa e uma época para se celebrar vida nova, para se celebrar a ressurreição da natureza da morte e quando se apresentam rituais de fertilidade. Em tempos antigos havia o sacrifício das virgens, a adoração de deuses e deusas da fertilidade. Ovos, como símbolos de fertilidade e nova vida, tem sempre sido apresentados em festivais pagãos desse tipo assim como os coelhos (símbolos de reprodução). Muitas dessas práticas ainda continuam em nossos dias.
4. O Verão Solstice: esse é o período no meio-verão quando a duração do dia é a maior e a da noite a menor. A noite mais curta ( por volta do dia 21 de Junho) era hora de grande algazarra, bebedeira e impulsos sexuais.
Dentre outras celebrações pagãs muitas ainda existem. HALLOWEEN é uma delas. Vamos examinar alguns fatos sobre nossas festividades e dias sagrados.
HALLOWEEN, o festival da morte, marca o inicio do ano pagão. Por volta de 300 anos antes de Cristo a civilização Céltica celebrava no dia 31 de Outubro o Festival de Samhain, deus da morte e o mais poderoso dos pagãos. Eles acreditam que o ano velho morre e o ano novo inicia. Escuridão, medo e morte predominam; sacrifícios humanos devem ser apresentados a Samhain e a meia-noite e o momento mais alto do ano para predição do futuro, para espiritismo e magías de todos os tipos.
No século VIII o Papa numa tentativa de fazer com que as pessoas abandonassem o festival de Samhain estabeleceu o Dia de Todos os Santos no dia 1 de Novembro. Esse nunca foi um feriado Cristão mas sim um feriado Católico para adorar e orar para os Santos que estavam mortos: pura idolatria, apesar de honrar mártires durante as perseguições Romanas. O plano do Papa não funcionou; e essa tentativa de terminar/substituir o festival de Samhain nos persegue hoje porque a sua localização no calendário levou muitas pessoas a acreditar que Samhain é uma celebração Cristã. Nada pode estar mais longe da verdade.
A prática do 'Trick ou Treat' veio dos Druidas (sacerdócios Célticos) que mantinham antigas e estranhas restrições dietéticas. Na noite do Festival da Morte eles iam de casa em casa exigindo certos tipos de comidas. Se as pessoas lhes obedecem eles seguiam em silêncio; se suas exigências não fossem obedecidas eram feitas orações para que problemas, doenças e morte caíssem sobre aquelas pessoas e suas casas.
O uso de máscaras e fantasias também veio dos Druidas. Durante essa noite de rituais eles sacrificavam animais (e humanos). Vestidos com a pele desse sacrifícios eles se envolviam em adivinhar o futuro. As pessoas das cidades se vestiam com fantasias assustadoras na tentativa de disfarçar dos espiritos.
Halloween é e sempre foi a festividade do diabo! Nunca houve e não há nada de Cristão nessa festividade mas o diabo, de alguma forma trapaceou muitos Cristãos convencendo-os a celebrar e aceita-lo como nosso 'deus'.
Não devemos nem tentar obter qualquer tipo de 'substituto' que faca algo parecido com o que eles fazem (faziam), seja chamando-a de festa da colheita, celebrando-a no mesmo dia ou próximo ao dia que eles celebram, se fantasiando de qualquer coisa e fazendo o que os pagãos fazem e chamando-a por um outro nome.
Não vamos louvar o Senhor o nosso Deus da maneira deles. Nesse país nos já celebramos a festa da colheita e damos graças a Deus todo Novembro durante o 'Thanksgiving' (Dia de Ação de Graças).
Fiquem na paz.
1. O Outono Equinox: esse é o período no outono onde os dias e as noites tem aproximadamente a mesma duração. Geralmente é um tempo de celebração da colheita mas a ênfase esta na morte da natureza e na morte em si mesma.
2. O Inverno Solstice: esse é o período no inverno quando os dias são os mais curtos e as noites as mais longas. Os romanos pagãos chamavam essa celebração de Saturnalia em honra ao seu deus Saturn. De uma maneira geral existe a crença entre os pagãos de que o sol morre durante o inverno solstice e depois se levanta da morte.
3. O Verão Equinox: esse e o período na primavera quando os dias e as noites tem novamente duração aproximada. Essa e uma época para se celebrar vida nova, para se celebrar a ressurreição da natureza da morte e quando se apresentam rituais de fertilidade. Em tempos antigos havia o sacrifício das virgens, a adoração de deuses e deusas da fertilidade. Ovos, como símbolos de fertilidade e nova vida, tem sempre sido apresentados em festivais pagãos desse tipo assim como os coelhos (símbolos de reprodução). Muitas dessas práticas ainda continuam em nossos dias.
4. O Verão Solstice: esse é o período no meio-verão quando a duração do dia é a maior e a da noite a menor. A noite mais curta ( por volta do dia 21 de Junho) era hora de grande algazarra, bebedeira e impulsos sexuais.
Dentre outras celebrações pagãs muitas ainda existem. HALLOWEEN é uma delas. Vamos examinar alguns fatos sobre nossas festividades e dias sagrados.
HALLOWEEN, o festival da morte, marca o inicio do ano pagão. Por volta de 300 anos antes de Cristo a civilização Céltica celebrava no dia 31 de Outubro o Festival de Samhain, deus da morte e o mais poderoso dos pagãos. Eles acreditam que o ano velho morre e o ano novo inicia. Escuridão, medo e morte predominam; sacrifícios humanos devem ser apresentados a Samhain e a meia-noite e o momento mais alto do ano para predição do futuro, para espiritismo e magías de todos os tipos.
No século VIII o Papa numa tentativa de fazer com que as pessoas abandonassem o festival de Samhain estabeleceu o Dia de Todos os Santos no dia 1 de Novembro. Esse nunca foi um feriado Cristão mas sim um feriado Católico para adorar e orar para os Santos que estavam mortos: pura idolatria, apesar de honrar mártires durante as perseguições Romanas. O plano do Papa não funcionou; e essa tentativa de terminar/substituir o festival de Samhain nos persegue hoje porque a sua localização no calendário levou muitas pessoas a acreditar que Samhain é uma celebração Cristã. Nada pode estar mais longe da verdade.
A prática do 'Trick ou Treat' veio dos Druidas (sacerdócios Célticos) que mantinham antigas e estranhas restrições dietéticas. Na noite do Festival da Morte eles iam de casa em casa exigindo certos tipos de comidas. Se as pessoas lhes obedecem eles seguiam em silêncio; se suas exigências não fossem obedecidas eram feitas orações para que problemas, doenças e morte caíssem sobre aquelas pessoas e suas casas.
O uso de máscaras e fantasias também veio dos Druidas. Durante essa noite de rituais eles sacrificavam animais (e humanos). Vestidos com a pele desse sacrifícios eles se envolviam em adivinhar o futuro. As pessoas das cidades se vestiam com fantasias assustadoras na tentativa de disfarçar dos espiritos.
Halloween é e sempre foi a festividade do diabo! Nunca houve e não há nada de Cristão nessa festividade mas o diabo, de alguma forma trapaceou muitos Cristãos convencendo-os a celebrar e aceita-lo como nosso 'deus'.
Não devemos nem tentar obter qualquer tipo de 'substituto' que faca algo parecido com o que eles fazem (faziam), seja chamando-a de festa da colheita, celebrando-a no mesmo dia ou próximo ao dia que eles celebram, se fantasiando de qualquer coisa e fazendo o que os pagãos fazem e chamando-a por um outro nome.
Não vamos louvar o Senhor o nosso Deus da maneira deles. Nesse país nos já celebramos a festa da colheita e damos graças a Deus todo Novembro durante o 'Thanksgiving' (Dia de Ação de Graças).
Fiquem na paz.
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