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segunda-feira, 15 de julho de 2013

A VIDA COM JESUS É UMA GUERRA NAS ESTRELAS



Acho fascinante como a triologia de filmes “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) pode ter uma semelhança tão grande com a vida cristã.
A história nos conta a respeito da vida de Anakin Skywalker, que teve sua vida transformada quando um mestre Jedi; que é a ordem de guerreiros que protege o lado bom da Força; percebeu que ele era o Escolhido que traria equilíbrio à Força; que é uma energia onipresente que pode ser utilizada para o bem ou o mal por quem tem a capacidade de usa-la; conforme fora profetizado.
Ele vai ser treinado pelo mestre Jedi Obi-Wan Kenobi e acaba sendo seduzido pelo Senador Palpatine a passar a utilizar o lado negro da Força e ajudar tal Senador a tornar-se imperador da Galáxia presente no enredo e acabar com a forma de governo existente: a República.
No interim entre o treinamento Jedi e a sedução pelo lado negro da Força, ele se apaixona pela Rainha Padmé Amidala; se casa e tem dois filhos com ela: Luke e Leia Skywalker.
A Rainha Amidala morre no parto dos gêmeos e antes teve o desprazer de ver seu marido regredir de Jedi a um Sith.
Os Sith são os guerreiros que se utilizam do lado negro da Força para garantir a sua insaciável sede por poder e tornaram Anakin Skywalker em Darth Vader, o Lorde Sombrio dos Sith.
Durante o governo do Imperador Darth Sidious surgiu a Aliança Rebelde que queria restaurar a República e acabar com a tirania do Imperador.
Luke e Leia acabaram fazendo parte desta Aliança e Luke, antes de matar Darth Vader descobre que ele era o seu pai que arrependeu-se antes de morrer de tudo que havia feito. E com a derrota de Darth Vader e Imperador Darth Sidious os Jedi voltam a ser proeminentes na Galáxia e a Força se equilibra.


POR QUE GUERRA NAS ESTRELAS É IMPORTANTE PARA A VIDA CRISTÃ?


A importância de Guerra nas Estrelas para a vida cristã encontra-se em fatores que auxiliam na vida cristã e também na vida secular:

- Nos mostra a importância de respeitarmos as autoridades cristãs e seculares que existem em nossas vidas: Nossos pastores; pais; outros parentes; patrões; marido; esposas e quaisquer outras pessoas que tenham autoridade sobre nossa vida.
- Nos mostra que é melhor fazer o bem do que fazer o mal; com a batalha ocorrida na vida de Anakin Skywalker entre o lado luminoso e o lado negro da Força; e conforme nos diz a Bíblia:

“Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal;
Porquanto te ordeno hoje que ames ao SENHOR teu Deus, que andes nos seus caminhos, e que guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, para que vivas, e te multipliques, e o SENHOR teu Deus te abençoe na terra a qual entras a possuir.
Porém se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido para te inclinares a outros deuses, e os servires,
Então eu vos declaro hoje que, certamente, perecereis; não prolongareis os dias na terra a que vais, passando o Jordão, para que, entrando nela, a possuas;
Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência,
Amando ao SENHOR teu Deus, dando ouvidos à sua voz, e achegando-te a ele; pois ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias; para que fiques na terra que o SENHOR jurou a teus pais, a Abraão, a Isaque, e a Jacó, que lhes havia de dar.”

Deuteronômio 30:15-20

E as frases que o mestre Yoda fala durante os filmes:

“Aliada minha é a Força. E poderosa aliada ela é.”

“Grande Guerreiro, ha? Guerra não faz grande ninguém.”

“O medo é o caminho para o Lado Escuro. O medo leva à raiva, raiva leva ao ódio; ódio leva ao sofrimento. Eu sinto muito medo em você.” (Para Anakin Skywalker)

“Lado negro, solução jamais terá.”

Eu concordo e descordo desta última frase. Concordo, pois o mal sempre vai existir; mas descordo de não haver solução, pois há.

Se o lado negro da Força, ou seja, a tendência humana para o mal e sua vida distante de Deus; domina a sua vida, entregue a Jesus a sua vida e o reconheça como seu único Senhor e Salvador. Ou se você já entregou o senhorio de sua vida a Jesus, mas tem alguma área que ainda não foi entregue, se você reconhece qual é mude de atitude; mas primeiro converse com o seu pastor que poderá lhe ajudar; e se não sabe qual área, peça em oração a Deus que te revele pelo Seu Santo Espírito qual área é e peça ajuda espiritual ao seu pastor; pois outra coisa que o filme nos ensina e que pode servir para duas coisas diferentes: Ninguém faz nada com sucesso sozinho, sempre precisamos da ajuda de alguém para sermos bem sucedidos.
Ou seja, nós sempre precisaremos de auxilio humano em algum momento de nossa vida e devemos ser completamente dependentes de Deus, não tentando conseguir as coisas pela nossa força, mas sim pela Força d’Ele, rs.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Popeye



Numa noite de tempestade, o rabugento de bom-coração marinheiro Popeye chega em um pequeno barco no porto da comunidade litorânea de Sweethaven. Ele aluga um quarto na pensão da família Palito e rapidamente se apaixona pela filha dos proprietários, Olívia. Olívia está perturbada pois fora prometida em casamento para o Capitão Brutus (que é chamado pelo nome original das tiras, Bluto), um encrenqueiro rufião que oprime a comunidade cobrando impostos abusivos para o seu chefe, o misterioso Comodoro.

Popeye conta que está a procura de seu pai, o Vovô Popeye, que sua mãe falecida lhe contara em sonho que ainda estaria vivo e morando naquele lugar. Ninguém lhe dá atenção, até que Popeye mostra sua força ao enfrentar um bando de valentões na taverna. Logo depois ele encontra Gugu, um bebê deixado em um cesto. Olívia, que estava para fugir de Brutus, resolve ficar e cuidar do bebê juntamente com Popeye. Gugu mostra que consegue fazer previsões (ele assobia quando houve uma previsão correta) e desperta a ganância de outros: primeiro de Dudu, o voraz devorador de hamburguer, que leva o bebê para o turfe; depois Brutus, que rapta Gugu e, graças ao dom do mesmo, descobre o paradeiro do tesouro do Comodoro. Brutus então trai o Comodoro e sai em alto-mar à procura do tesouro, levando Gugu e Olívia com ele. Popeye, junto de vários moradores de Sweethaven vão atrás de Brutus, para salvar os dois.

O filme teve o seu roteiro baseado em algumas das primeiras histórias dos quadrinhos de Elzie Segar, e tinha algumas piadas visuais inspiradas nos antigos desenhos do Popeye produzidos por Max Fleischer. Apresentava ainda um "clima musical" bem parecido com os antigos episódios do Popeye da década de 30, tais como: O Homem do Trapézio Voador ("The Man on the Flying Trapeze"), Cuidado com o Brutus Barbudus ("Beware of Barnacle Bill") e Machão do Machado ("Axe Me Another"), episódios com várias canções ou números musicais. O filme arrecadou $ 49.823.037 nas bilheterias Estados Unidos, mais do dobro do orçamento do filme. Recebeu críticas mistas em geral, incluindo opiniões favoráveis como as de Vincent Canby, e Roger Ebert, e alguns comentários desfavoráveis de críticos como Leonard Maltin.

Nos Estados Unidos foi recebido com algumas críticas negativas, pelo fato de Popeye não gostar de espinafre na história, e só aprender a comer a verdura no final do filme. Mas diferente dos críticos, os fãs das tirinhas de E. C. Segar diziam que a personagem "Popeye" original dos quadrinhos inicialmente também não comia espinafre (realmente, nas primeiras aparições Popeye ainda não usava o espinafre para ficar forte). E também havia o fato de que em muitos episódios de cinema Popeye contava a seus sobrinhos que quando ele era criança não gostava de espinafre, e que só depois aprendeu a importância de se te-lo nas refeições.

Um dos principais motivos pelo filme ter sido um pouco estranhado pela crítica, é que as primeiras tiras em quadrinhos do Popeye publicadas em 1929, já não eram tão conhecidas quando o filme foi lançado em 1980; e o público não estava muito familiarizado com as várias personagens da cidade de "Sweethaven" que aparecem durante o filme, pois eles participavam com mais frequencia nos quadrinhos, do que nas animações. A história do roteiro também era mais inspirada nas primeiras histórias em quadrinhos de Elzie Segar, do que nos desenhos de cinema. Como nas tiras "Thimble Theatre" dos anos 30, o filme mostrava Popeye chegando à cidade de "Sweethaven" e conhecendo a família da Olívia Palito, e depois se apaixonando pela Olívia, encontrando Gugu abandonado em uma cesta (baseado em uma história publicada no dia 24 de julho de 1933, na qual Gugu faz sua estreia nos quadrinhos), e reencontrando o seu pai desaparecido, Poopdeck Pappy (ou "Vovô Popeye"). Por esses motivos, algumas das pessoas que conheceram os quadrinhos originais do Popeye, costumam defender a fidelidade do filme à obra de Elzie Segar. O filme, também é considerado fiel em alguns outros pontos, como a interpretação de Robin Williams, que fica bem próxima ao Popeye dos curta metragens dos Fleischer Studios, um exemplo disso é que Williams matém o mesmo costume que o Popeye de Max Fleischer tinha, de sempre murmurar frases quase incompreensíveis em voz baixa, quando está pensando consigo mesmo.
Popeye é mostrado como detestando espinafre, o que gerou algumas críticas mas que pelas primeiras tiras não seria incorreto: o amor de Popeye pelo espinafre ficou mais acentuado com o passar do tempo e principalmente, nos desenhos animados.

Eis agora o motivo de indicar este filme. Popeye eh uma pessoa de princípios e não deixa nada perturbá-los. Isto é bom e um modelo de conduta cristã, mas as boas obras sem fé são nada: "Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.
É porventura Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente,
Visto que Deus é um só, que justifica pela fé a circuncisão, e por meio da fé a incircuncisão.
Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." (Rm 3:28-31)

Pois é, no filme Popeye tinha um bom coração, não era bem visto por todos no início, caráter, mas detestava o espinafre que o deixaria forte. Lutou contra o Brutus no fim do filme e perdia a luta enquanto não comeu o espinafre que não gostava e este mesmo espinafre, o fez derrotar um polvo que estava oculto para eles até tentar pegar Gugu e a Olívia.
Não sejamos cristãos como era o Popeye que não gostava do que lhe dava força, o espinafre. Nossa força vem da Palavra e ela nos faz derrotar homens que nos querem o mal e o principal; o diabo, que oculto tenta nos pegar. Mas se formos vigilantes quanto a ele, não consegue.

"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." (Jo 10:10)

Fortaleçamo-nos no Senhor através da Palavra.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Antes de Partir





Rob Reiner não é o típico diretor-de-aluguel hollywoodiano. Quem tem no currículo This is Spinal Tap (1984), Conta Comigo (1986) e Harry & Sally (1989) já se põe acima da média. Mas o fato é que Reiner nem faz muita diferença em Antes de Partir (The Bucket List). A comédia dramática se justifica e se apóia, independente de qualquer outra coisa, no carisma de Jack Nicholson e Morgan Freeman.

Nicholson vive Edward Cole, milionário gestor de hospitais cujo lema é um número: dois leitos por quarto, nunca menos. Freeman é Carter Chambers, um mecânico que abandonou seus sonhos de juventude quando viu que teria uma família para alimentar. Quando os dois ficam fulminantemente doentes, seus caminhos se cruzam.

E se cruzam porque, para não desonrar seu lema, Edward, o dono do hospital, acaba no mesmo quarto de Carter. O estranhamento inicial logo se transforma em apoio mútuo. Ambos têm poucos meses de vida, e só um doente terminal para entender o tipo de drama que o outro vivencia. Do nada, Edward convence Carter a fugir e botar em prática uma lista de últimos - e excêntricos - desejos antes de "baterem as botas". Nos EUA, a expressão usada nesses casos é "chutar o balde", daí o título original do filme, A Lista do Balde.

Pouco antes das filmagens, por uma funesta coincidência, Nicholson teve que ser submetido a uma intervenção cirúrgica que o deixou de molho por meses. O fato de interpretar um personagem turrão à beira da morte evidentemente transtornou o ator - e o filme se beneficia do estado de espírito indômito de Nicholson. Ele atua com um senso de urgência que enriquece o personagem, em interessante contraste com a pose sempre professoral de Freeman.

São as personas opostas dos dois atores que sopram ar em Antes de Partir, mas há momentos de direção burocrática de Reiner em que mesmo Nicholson não impede o fastio do espectador. Particularmente, as cenas das viagens da lista. Quase todo rodado em estúdio, o filme não consegue se esquivar do artificialismo da mise-en-scène. Seja no Egito ou na Índia, Reiner começa com um plano aéreo para identificarmos o ponto turístico, depois passa para um plano geral da dupla entre alguns figurantes caracterizados, e termina com um plano mais próximo de Nicholson e Freeman conversando em frente a um fundo falso. Mais broxante que isso só a cena do paraquedismo com os rostos dos dois recriados via hedionda computação.

Em entrevistas, Reiner diz que sua intenção principal era equilibrar bem o drama da pesada premissa com algum humor, e fazer com que o sentimento não descambasse para o sentimentalismo. Nesse ponto, ele realmente sai vitorioso. Antes de Partir lembra-nos a todo instante da situação pela qual passam os dois personagens - e, principalmente, faz isso com uma dureza visual que inviabiliza o água-com-açucar.

Exemplos: a hora em que Feeeman percebe que o catéter estourou e sua camisa ficou toda suja de sangue, ou a gigantesca cicatriz na careca de Nicholson. Rob Reiner não se furta a filmar a doença em close-up; meias-palavras e esquivas, ademais, não são muito frequentes nos filmes do diretor. O tratamento que Antes de Partir dá ao drama chega a ser estranho, como quando o personagem de Nicholson recebe, com um close-up em seus óculos refletores, a notícia de que tem poucos meses de vida. É um plano de um anti-sentimentalismo realmente estranho, absurdo até.

E dizer que um filme é estranho e absurdo, vale lembrar, conta sempre como elogio.

Porque citei este filme? Eu respondo.
O citei pela vida ser curta, por todos nós termos um pouco de Edward Cole e Carter Chambers. E por devermos utilizar a disposição de Edward para aproveitar a vida até o último segundo, e os métodos de Carter para acoselharmos os outros.
Realmente viva a vida intensamente, mas sempre em todo instante, levando Deus ao povo. Até no inicio do filme se diz que a melhor forma de viver eh ser exemplo para os outros; nós temos um exemplo a seguir, o maior de todos: JESUS CRISTO!

"Pregue o evangelho em todo o tempo. Se precisar, use palavras." Agostinho de Hipona

sábado, 13 de novembro de 2010

Robin Hood




Inglaterra, século 12. Com a morte do rei da Inglaterra Ricardo I, Robin Hood (Russell Crowe), o experiente arqueiro e ex-integrante do exército da Coroa, viaja para Nottingham, um lugar que sofre com a corrupção de um xerife tirânico (Matthew Macfadyen) e impostos assustadores. Lá, ele se apaixona pela espirituosa viúva Lady Marion (Cate Blanchett), uma mulher cética da identidade e motivações desse guerreiro da floresta. Com o país enfraquecido por décadas de guerras, Robin e seus companheiros – insatisfeitos com o ineficaz governo de um novo rei – iniciam uma grande aventura.

Este filme recomendo ser assistido. Nele eu vi a diferença entre um evangélico e uma igreja compromissados com a Obra e outros que não o são. Preocupados apenas com si mesmo e os prazeres passageiros deste mundo.

Veja. E se conseguir enxergar o q eu vi escolha qual cristão vc quer ser e se for pastor responsável por uma igreja, escolha por qual igreja vc quer ser responsável.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Homem de Ferro 2





Acabo de assistir o filme Homem de Ferro 2 e ele me fez refletir que estou certo em meus pensamentos. Não devemos concentrar nossa atenção em coisas temporárias, sim em coisas permanentes. Temos que ter compromisso e não atração.

Atração, é uma emoção temporária sobre coisas que um dia passarão, ou seja, acabarão. Compromisso é algo em que você se foca, concentra e tenta trazer e fazer o melhor para aquilo, compromisso é responsabilidade.

Percebi que ele, como um ótimo ser humano demonstrado pela atitude de certa forma combativa do mal existente na Terra (Mal humano),acaba se deixando levar pela emoção momentânea da fama deixando de lado suas responsabilidades que tal armadura o trouxe.

Também pela prepotência humana das riquesas financeiras que possui, deixa seu ego tomar conta de si, mas com o tempo percebe de certa forma estar errado.

E eu percebi que realmente podemos ter "o mundo todo aos pés" mas isto é importante? Não. Isto é apenas temporário pois homens não são eternos nossa alma é eterna e devemos nos concentrar nela.

Como??? Através de Deus que nos criou e por isso conhece perfeitamente nossos limites. Temos livre-arbítrio? Sim. Pois Deus nos deu a possibilidade de escolher se o adoraremos como Ele gostaria. Em todos os pontos de nossa vida.

Na verdade temos o livre-arbítrio de escolher se voltar para nossas vontades ou para as de nosso Criador. Escolhamos as do Senhor, pois é desejo de Nosso Amigo e nos foquemos e passar o que Deus tem para todos que Ele criou.

Pois Ele criou a todos e se preocupa com todos, poucos O reconhecem.Ele deseja que todos O reconheçam.

Procure ter compromissos, ou seja, responsabilidades com Deus e fazer disto prioridade em sua vida.

Ver Deus em tudo??? Se você tiver compromisso com Ele também verá. Pois Ele criou todas as coisas.

"Que a mensagem de Cristo, com toda a sua riqueza viva no coração de vocês! Ensinem uns aos outros com toda sabedoria. Cantem salmos, hinos e canções espirituais; louvem a Deus, com gratidão no coração". (Colossenses 3:16 NTLH)

sábado, 7 de agosto de 2010

Dica de Filme: O Livro de Eli




O que torna um filme em um "cult", um produto que escapa do grande público, mas consegue acertar em cheio um grupo de pessoas que o defende com veemência, a ponto de cultuá-lo? Não há uma fórmula para isso. Afinal, a grande maioria dos cineastas quer mesmo é que seus projetos cheguem ao máximo de pessoas possível. Mas, aparentemente, ser ambientado em um futuro pós-apocalíptico é um dos ingredientes que conta a favor, como em Mad Max, Blade Runner e até mesmo Matrix - que depois acabou virando uma grande franquia de blockbusters.

Pois este é o cenário de O Livro de Eli (The Book of Eli, 2010), novo filme dos irmãos Allen e Albert Hughes (Do Inferno). Desde a primeira visão que temos do protagonista Eli (Denzel Washington), percebemos que estamos em um lugar diferente da Terra que conhecemos. A fotografia azulada deixa tudo quase monocromático, morto e extremamente seco, como o que restou do planeta. Os buracos que vemos pelo caminho trilhado por ele não deixam dúvidas de que houve uma guerra e muitas coisas explodiram por ali.

Mas ao contrário do que aconteceria em filmes feitos para as multidões, O Livro de Eli não se preocupa em explicar com todas as letras o que aconteceu por ali, deixando para o público a tarefa de completar os pontos. O seu objetivo não é falar do passado, mas sim do futuro. Tudo o que descobrimos é que Eli já está há muito tempo na estrada ("30 invernos já se passaram", diz ele) seguindo as ordens de uma voz, que o orientou a rumar para o Oeste. E cada vez mais acreditamos que nada vai conseguir detê-lo.

Todo cristão deve ver. O filme nos fala de chamado e perseverança na fé.