segunda-feira, 28 de março de 2011

Seja Verdadeiro!

"Quem quer agradar a todos não agrada a ninguém."
"A inocência não se envergonha de nada."
"A falsidade é susceptível de uma infinidade de combinações; mas a verdade só tem uma maneira de ser."
(Jean Jacques Rousseau)

Hoje na faculdade estudei sobre Jean Jaques Rousseau e embora estes pensadores não pensem nada útil em sua maioria, ele tinha alguns pensamentos interessantes como visto acima. Pra quê tudo isso? Muito simples, se você é um cristão real, o seja! Não se envergonhe de demonstrar quem você realmente é, não seja gentil somente para agradar, não reclame da sua vida; agradeça à Deus por ela. Sei que todos passam por dificuldades, mas Jesus ajuda-nos a suuperá-las. Faça tudo de coração aberto e sinceramente.

"Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego." (Rm 1:16)

sexta-feira, 11 de março de 2011

John Harper





John Harper nasceu num lar cristão em Glasgow, Escócia, em 1872.
Quando tinha aproximadamente quatorze anos, tornou-se ele mesmo um
cristão, e dali em diante, começou a falar aos outros sobre Cristo. Aos
dezessete anos, começou a pregar, ir às ruas do seu vilarejo e derramar sua
alma enquanto suplicava com paixão que os homens se reconciliassem com
Deus.
Após cinco ou seis anos de labor nas esquinas das ruas pregando o
evangelho, e trabalho na usina durante o dia, Harper foi recebido pelo
Reverendo E. A. Carter da Missão Batista Pioneira em Londres. Isso deixou
Harper livre para devotar seu tempo e energia integral à obra que o seu
coração amava tanto – o evangelismo. Um pouco depois, em setembro de
1896, Harper iniciou sua própria igreja. Essa igreja, que começou com apenas
25 membros, passou a mais de 500 membros quando ele saiu de lá, uns treze
anos mais tarde. Durante esse tempo ele casou-se e ficou viúvo. Antes de
perder sua esposa, Deus abençoou Harper com uma beleza menininha
chamada Nana.
A vida de Harper foi agitada. Ele quase morreu afogado várias vezes.
Quando tinha dois anos e meio de idade, caiu num povo, mas foi resgatado e
reanimado por sua mãe. Aos vinte e seis, foi arrastado mar adentro por um
vento reverso e quase não sobreviveu. E aos trinta e dois anos viu de frente a
morte no Mar Mediterrâneo, quando estava num barco com o casco rachado.
Na verdade, esses “contatos” com a morte parecem ter apenas confirmado
John Harper em seu zelo pelo evangelismo, algo que o marcou pelo resto dos
dias de sua vida.
Enquanto pastoreando sua igreja em Londres, Harper continuou seu
evangelismo fervoroso e fiel. De fato, ele era um evangelista tão zeloso que a
Moody Church em Chicago pediu que ele viesse até a América para uma série de
encontros. Ele o fez, e muito bem. Uns poucos anos depois, a Moody Church
perguntou se ele não queria ir novamente. E foi assim que certo dia, Harper
adentrou num navio com um ticket de segunda classe em Southampton,
Inglaterra, para uma viagem até a América.
A esposa de Harper tinha morrido uns poucos anos antes, e Harper
tinha com ele sua única filha, Nana, de seis anos. O que aconteceu após isso
sabemos principalmente por duas fontes. Uma é Nana, que morreu em 1986
aos oitenta anos. Ela lembrava-se de ter sido acordada pelo pai umas poucas
noites na jornada deles. Era por volta de meia-noite, e ele disse que o navio
onde eles estavam tinha batido num iceberg. Harper disse a Nana que outro
navio estava para chegar, a fim de resgatá-los, mas, como precaução, ele a
colocaria num barco salva-vidas juntamente com uma prima mais velha, que
os acompanhava. Quanto a Harper, ele aguardaria até o outro navio chegar.
O restante da história é uma tragédia bem conhecida. A pequena Nana
e sua prima foram salvas. Mas o navio onde tinham estado era o Titanic. O
único motivo de sabermos o que aconteceu com John Harper depois é que,
numa reunião de oração em Hamilton, Ontário (Canadá), alguns meses
depois, um jovem escocês caiu em lágrimas e contou a história extraordinária
de como ele foi convertido. Ele explicou que estava no Titanic na noite em que
o mesmo atingiu o iceberg. Ele tinha se apegado a um pedaço de mastro que
estava flutuando nas águas congelantes. “Subitamente”, disse, “uma onda
trouxe até mim um homem, John Harper. Ele também estava agarrado a um
pedaço dos destroços.
Ele bradou: “Homem, você é salvo?”
“Não, eu não sou”, respondi.
Ele gritou de volta: “Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo”.
As ondas afastaram Harper de mim, mas um pouco depois, ele foi trazido de volta
e ficou ao meu lado de novo. “Você está salvo agora?”, ele exclamou.
“Não”, respondi.
“Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo”.
Então, perdendo o seu destroço, Harper afundou. E ali, sozinho na escuridão da
noite com 50 metros de água abaixo de mim, confiei em Cristo como meu
Salvador. Eu sou o último convertido de John Harper.

Fonte: The Gospel & Personal Evangelism, Mark Dever, p. 13-15.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Cultura da Paz

A cultura dominante, hoje mundializada, se estrutura ao redor da vontade de poder que se traduz por vontade de dominação da natureza, do outro, dos povos e dos mercados. Essa é a lógica dos dinossauros que criou a cultura do medo e da guerra. Praticamente em todos os países as festas nacionais e seus heróis são ligados a feitos de guerra e de violência. Os meios de comunicação levam ao paroxismo a magnificação de todo tipo de violência, bem simbolizado nos filmes de Schwazenegger como o “Exterminador do Futuro”. Nessa cultura o militar, o banqueiro e o especulador valem mais do que o poeta, o filósofo e o santo. Nos processos de socialização formal e informal, ela não cria mediações para uma cutura da paz. E sempre de novo faz suscitar a pergunta que, de forma dramática, Einstein colocou a Freud nos idos de 1932: é possivel superar ou controlar a violência? Freud, realisticamente, responde: “É impossível aos homens controlar totalmente o instinto de morte…Esfaimados pensamos no moinho que tão lentamente mói que poderíamos morrer de fome antes de receber a farinha”.

Sem detalhar a questão, diríamos que por detrás da violência funcionam poderosas estruturas. A primeira delas é o caos sempre presente no processo cosmogênico. Viemos de uma imensa explosão, o big bang. E a evolução comporta violência em todas as suas fases. São conhecidas cerca de 5 grandes dizimações em massa, ocorridas há milhões de anos atrás. Na última, há cerca de 65 milhões de anos, pereceram todos os dinossauros após reinarem, soberanos, 133 milhões de anos. A expansão do universo possui também o significado de ordenar o caos através de ordens cada vez mais complexas e, por isso também, mais harmônicas e menos violentas. Possivelmente a própria inteligência nos foi dada para pormos limites à violência e conferir-lhe um sentido construtivo.

Em segundo lugar, somos herdeiros da cultura patriarcal que instaurou a dominação do homem sobre a mulher e criou as instituições do patriarcado assentadas sobre mecanismos de violência como o Estado, as classes, o projeto da tecno-ciência, os processos de produção como objetivação da natureza e sua sistemática depredação.

Em terceiro lugar, essa cultura patriarcal gestou a guerra como forma de resolução dos conflitos. Sobre esta vasta base se formou a cultura do capital, hoje globalizada; sua lógica é a competição e não a cooperação, por isso, gera guerras econômicas e políticas e com isso desigualdades, injustiças e violências. Todas estas forças se articulam estruturalmente para consolidar a cultura da violência que nos desumaniza a todos.

A essa cultura da violência há que se opôr a cultura da paz. Hoje ela é imperativa.

É imperativa, porque as forças de destruição estão ameaçando, por todas as partes, o pacto social mínimo sem o qual regredimos a níveis de barbárie. É imperativa porque o potencial destrutivo já montado pode ameaçar toda a biosfera e impossibilitar a continuidade do projeto humano. Ou limitamos a violência e fazemos prevalecer o projeto da paz ou conheceremos, no limite, o destino dos dinossauros.

Onde buscar as inspirações para cultura da paz? Mais que imperativos voluntarísticos, é o próprio processo antroprogênico a nos fornecer indicações objetivas e seguras. A singularidade do 1% de carga genética que nos separa dos primatas superiores reside no fato de que nós, à distinção deles, somos seres sociais e cooperativos. Ao lado de estruturas de agressividade, temos capacidades de afetividade, com-paixão, solidariedade e amorização. Hoje é urgente que desentranhemos tais forças para conferir rumo mais benfazejo à história. Toda protelação é insensata.

O ser humano é o único ser que pode intervir nos processos da natureza e co-pilotar a marcha da evolução. Ele foi criado criador. Dispõe de recursos de re-engenharia da violência mediante processos civilizatórios de contenção e uso de racionalidade. A competitividade continua a valer mas no sentido do melhor e não de destruição do outro. Assim todos ganham e não apenas um.

Há muito que filósofos da estatura de Martin Heidegger, resgatando uma antiga tradição que remonta aos tempos de César Augusto, vêem no cuidado a essência do ser humano. Sem cuidado ele não vive nem sobrevive. Tudo precisa de cuidado para continuar a existir. Cuidado representa uma relação amorosa para com a realidade. Onde vige cuidado de uns para com os outros desaparece o medo, origem secreta de toda violência, como analisou Freud. A cultura da paz começa quando se cultiva a memória e o exemplo de figuras que representam o cuidado e a vivência da dimensão de generosidade que nos habita, como Gandhi, Dom Helder Câmara e Luther King e outros. Importa fazermos as revoluções moleculares (Gatarri), começando por nós mesmos. Cada um estabelece como projeto pessoal e coletivo a paz enquanto método e enquanto meta, paz que resulta dos valores da cooperação, do cuidado, da com-paixão e da amorosidade, vividos cotidianamente.

Apresento a vocês um artigo de Leonardo Boff que me fez concordar com ele a respeito do mundo de hoje e jogando para os conflitos do Oriente Médio, pode ser considerado como minha opinião sobre eles.
Fiquem com Deus

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Responsabilidade com Deus

Eu cheguei a pouco da faculdade, hoje estudei lá Economia Política e Ciência Política. Tenho coisaspara dividir a respeito de Deus sobre o que me foi estudado.
Em Economia Política estou estudando sobre oferta e demanda. Oferta são os produtos ofertados para quem procura, ou seja, demanda.
O foco deste dia foi na oferta e entre muitas coisas ouvidas e lidas chamou-me a atenção quando o professor falou do gráfico de oferta e demanda. Quanto maior a oferta, aumenta-se o preço para aumentar o lucro ou para se desfazer dos produtos ofertados, dando enfase à produtos novos no mercado de preço melhor.
O que isto tem a ver com Deus??? Eu respondo:
Quanto maior a oferta das coisas de Deus para nós, maior é o preço cobrado de nós e maior nossas responsabilidades com Ele; o triste é que quanto maior o preço e a responsabilidade, muitos cristãos covardes fogem.

"Há muitos vagabundos religiosos em nossos dias que não querem estar presos a coisa alguma." (A.W.Tozer)


Mas com a Ciência Política que hoje foi filosófica, com o professor falando sobre Platão e sua alegoria da Caverna:

Sócrates – Agora imagina a maneira como segue o estado da nossa natureza relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.

Glauco – Estou vendo.

Sócrates – Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que os transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.

Glauco - Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.

Sócrates - Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e de seus companheiros, mais do que as sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte?

Glauco - Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?

Sócrates - E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?

Glauco - Sem dúvida.

Sócrates - Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objetos reais as sombras que veriam?

Glauco - É bem possível.

Sócrates - E se a parede do fundo da prisão provocasse eco sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?

Glauco - Sim, por Zeus!

Sócrates - Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados?

Glauco - Assim terá de ser.

Sócrates - Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?

Glauco - Muito mais verdadeiras.

Sócrates - E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?

Glauco - Com toda a certeza.

Sócrates - E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?

Glauco - Não o conseguirá, pelo menos de início.

Sócrates - Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e sua luz.

Glauco - Sem dúvida.

Sócrates - Por fim, suponho eu, será o sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal qual é.

Glauco - Necessariamente.

Sócrates - Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.

Glauco - É evidente que chegará a essa conclusão.

Sócrates - Ora, lembrando-se de sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?

Glauco - Sim, com certeza, Sócrates.

Sócrates - E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?

Glauco - Sou de tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.

Sócrates - Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: Não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?

Glauco - Por certo que sim.

Sócrates - E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?

Glauco - Sem nenhuma dúvida.

Sócrates - Agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar, ponto por ponto, esta imagem ao que dissemos atrás e comparar o mundo que nos cerca com a vida da prisão na caverna, e a luz do fogo que a ilumina com a força do Sol. Quanto à subida à região superior e à contemplação dos seus objetos, se a considerares como a ascensão da alma para a mansão inteligível, não te enganarás quanto à minha idéia, visto que também tu desejas conhecê-la. Só Deus sabe se ela é verdadeira. Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a idéia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de reto e belo existe em todas as coisas; no mundo visível, ela engendrou a luz; no mundo inteligível, é ela que é soberana e dispensa a verdade e a inteligência; e é preciso vê-la para se comportar com sabedoria na vida particular e na vida pública.

Glauco - Concordo com a tua opinião, até onde posso compreendê-la.

(Platão, A República, v. II p. 105 a 109)
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Interpretação da alegoria

O mito da caverna é uma metáfora da condição humana perante o mundo, no que diz respeito à importância do conhecimento filosófico e à educação como forma de superação da ignorância, isto é, a passagem gradativa do senso comum enquanto visão de mundo e explicação da realidade para o conhecimento filosófico, que é racional, sistemático e organizado, que busca as respostas não no acaso, mas na causalidade.

Segundo a metáfora de Platão, o processo para a obtenção da consciência, isto é, do conhecimento abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para o filósofo, a realidade está no mundo das idéias - um mundo real e verdadeiro - e a maioria da humanidade vive na condição da ignorância, no mundo das coisas sensíveis - este mundo -, no grau da apreensão de imagens (eikasia), as quais são mutáveis, não são perfeitas como as coisas no mundo das idéias e, por isso, não são objetos suficientemente bons para gera conhecimento perfeito.

Quanto ao cristianismo, este que conseguiu sair da caverna, somos nós que conhecemos a Verdade e ela nos libertou. Devemos voltar para a caverna e mesmo que nos matem devemos manter nossa postura e levar esta Verdade a todos.

"Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens." (1 Co 4:9).
Se você está levando sua vida sem ter compromisso com o que jurou crer e servir, arrepende-te agora, dobre os joelhos, ore pedindo perdão e mude de vida. Não jogue sua vida fora.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

AS TOP 5 ESTÓRIAS MAIS ESTRANHAS DA BÍBLIA

A Bíblia está repleta de histórias fantásticas, da criação do mundo ao Apocalipse. Mas existem muitas histórias fascinantes que poucas pessoas conhecem, algumas são um pouco engraçadas, outras de dar medo e aqui eu reuni 5 delas. Abram suas Bíblias (ou não), pois esse é o Top 5 histórias mais estranhas da Bíblia:

Davi e sua estranha prova de amor
Mical era filha de Saul e apaixonada por Davi. Mas Saul não queira o casamento e disse que Davi poderia se casar com Mical depois de trazer 100 prepúcios de filisteus. Por quê? Simples, ele imaginou que assim Davi seria morto pelos filisteus. Surpreendentemente Davi e seus homens matam 200 ao invés de 100 filisteus e levaram os prepúcios ao pai da moça que permite aos dois se casarem.

Moral da história: nunca tenha vergonha de fazer as coisas mais malucas para provar seu amor.

1 Samuel, capítulo 18, do versículo 20 ao 30.

Saul e Davi

Jacó e a genética
Nessa história um homem chamado Labão faz um novo pacto com Jacó. Labão ficará com as cabras e ovelhas de cor pura e Jacó com as listradas e malhadas. Indignado Jacó arma um plano. Ele coloca varas de madeira em frente aos locais em que os rebanhos vinham beber, assim quando os animais fossem cruzar eles veriam as varas parecendo listras e acabariam gerando mais filhotes listrados. Inteligentemente Jacó só faz isso quando o rebanho está forte e ao contrário do que diriam Darwin e os geneticistas, a idéia funciona, ao menos nessa história.

Moral da história: inteligência é melhor do que a força bruta.

Genesis, capítulo 30, do versículo 27 até o 43.

Jacó e as ovelhas

Jesus e a figueira
Um dia Jesus estava saindo da cidade de Betânia e teve fome. Ele viu uma figueira perto do caminho, mas quando chegou perto percebeu que nela só havia folhas, pois aquela não era época de figos. Estranhamente Ele “amaldiçoa” (se alguém tiver palavra melhor deixe um comentário) a árvore dizendo que ela nunca mais dará fruto nenhum. Imediatamente a figueira seca.

Moral da história: nunca desaponte Jesus, mesmo se você for uma árvore.

Mateus, capítulo 21, do versículo 18 ao 22. Marcos, capítulo 11, versículos 12, 13 e 14.

Jesus e a Figueira

A Bíblia também tem seu animal falante
Certo dia um homem chamado Balaão estava espancando sua jumenta quando o Senhor faz o pobre animal dizer “O que foi que eu te fiz? Por que me batesse essas três vezes?” e ele diz a ela que a espancou por zombar dele e que se pudesse a mataria. A jumenta então pergunta se alguma vez ela bateu em seu mestre e Balaão responde que não.

Moral da história: não machuque os animais, eles não te fizeram mal algum e se pudessem falar provavelmente te diriam como estão indignados.

Números, capítulo 22, versículos 27, 28, 29 e 30.

Balaão e sua jumenta falante

Eliseu, o Careca
Eliseu era um homem sábio, mas careca. Conta a Bíblia que um dia ele estava andando calmamente até Betel quando um grupo de crianças começou a provocá-lo dizendo “vai careca, vai careca”. Elias se virou e amaldiçoou as crianças em nome do Senhor. Imediatamente duas ursas saíram da floresta e mataram 42 daquelas crianças.

Moral da história: Sinceramente? Acho que essa história poderia facilmente fazer parte de um 11º mandamento: não faça piada de carecas, loiras, gordos ou de qualquer característica do seu próximo, se fizer vai virar comida de urso.

2 Reis, capítulo 2, versículos 23 e 24.


Essas são apenas 5 histórias bíblicas, mas O Livro está repleto de outras igualmente interessantes, se você conhece mais alguma deixe um comentário.

Fonte: Fernando Williams

O verdadeiro cristão nunca perde a fé e pode às vezes desanimar. Mas o desânimo não o deve abater, deve sim pegar esta coisa que o desanima e utilizar como alavanca para continuar em frente se a situação for realmente uma ordem divina.
Se Deus te falou para fazer algo e alguém não reconhece e aceita (Não falo de concordar, pois podem não concordar e é um direito humano respeitado por Deus), não mude de idéia. Se o pastor por exemplo não concordar com o que você deseja, tente adaptar e siga tudo que ele pedir para ser feito; e não deixe que nenhum ser humano o faça perder seu foco, lembre-se que Deus te sustenta e guarda em qualquer situação.
Portanto, se você estiver desanimado com algo, dobre o joelhos peça forças à Deus e se aconselhe com alguém de confiança ou com seu pastor.

sábado, 15 de janeiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Popeye



Numa noite de tempestade, o rabugento de bom-coração marinheiro Popeye chega em um pequeno barco no porto da comunidade litorânea de Sweethaven. Ele aluga um quarto na pensão da família Palito e rapidamente se apaixona pela filha dos proprietários, Olívia. Olívia está perturbada pois fora prometida em casamento para o Capitão Brutus (que é chamado pelo nome original das tiras, Bluto), um encrenqueiro rufião que oprime a comunidade cobrando impostos abusivos para o seu chefe, o misterioso Comodoro.

Popeye conta que está a procura de seu pai, o Vovô Popeye, que sua mãe falecida lhe contara em sonho que ainda estaria vivo e morando naquele lugar. Ninguém lhe dá atenção, até que Popeye mostra sua força ao enfrentar um bando de valentões na taverna. Logo depois ele encontra Gugu, um bebê deixado em um cesto. Olívia, que estava para fugir de Brutus, resolve ficar e cuidar do bebê juntamente com Popeye. Gugu mostra que consegue fazer previsões (ele assobia quando houve uma previsão correta) e desperta a ganância de outros: primeiro de Dudu, o voraz devorador de hamburguer, que leva o bebê para o turfe; depois Brutus, que rapta Gugu e, graças ao dom do mesmo, descobre o paradeiro do tesouro do Comodoro. Brutus então trai o Comodoro e sai em alto-mar à procura do tesouro, levando Gugu e Olívia com ele. Popeye, junto de vários moradores de Sweethaven vão atrás de Brutus, para salvar os dois.

O filme teve o seu roteiro baseado em algumas das primeiras histórias dos quadrinhos de Elzie Segar, e tinha algumas piadas visuais inspiradas nos antigos desenhos do Popeye produzidos por Max Fleischer. Apresentava ainda um "clima musical" bem parecido com os antigos episódios do Popeye da década de 30, tais como: O Homem do Trapézio Voador ("The Man on the Flying Trapeze"), Cuidado com o Brutus Barbudus ("Beware of Barnacle Bill") e Machão do Machado ("Axe Me Another"), episódios com várias canções ou números musicais. O filme arrecadou $ 49.823.037 nas bilheterias Estados Unidos, mais do dobro do orçamento do filme. Recebeu críticas mistas em geral, incluindo opiniões favoráveis como as de Vincent Canby, e Roger Ebert, e alguns comentários desfavoráveis de críticos como Leonard Maltin.

Nos Estados Unidos foi recebido com algumas críticas negativas, pelo fato de Popeye não gostar de espinafre na história, e só aprender a comer a verdura no final do filme. Mas diferente dos críticos, os fãs das tirinhas de E. C. Segar diziam que a personagem "Popeye" original dos quadrinhos inicialmente também não comia espinafre (realmente, nas primeiras aparições Popeye ainda não usava o espinafre para ficar forte). E também havia o fato de que em muitos episódios de cinema Popeye contava a seus sobrinhos que quando ele era criança não gostava de espinafre, e que só depois aprendeu a importância de se te-lo nas refeições.

Um dos principais motivos pelo filme ter sido um pouco estranhado pela crítica, é que as primeiras tiras em quadrinhos do Popeye publicadas em 1929, já não eram tão conhecidas quando o filme foi lançado em 1980; e o público não estava muito familiarizado com as várias personagens da cidade de "Sweethaven" que aparecem durante o filme, pois eles participavam com mais frequencia nos quadrinhos, do que nas animações. A história do roteiro também era mais inspirada nas primeiras histórias em quadrinhos de Elzie Segar, do que nos desenhos de cinema. Como nas tiras "Thimble Theatre" dos anos 30, o filme mostrava Popeye chegando à cidade de "Sweethaven" e conhecendo a família da Olívia Palito, e depois se apaixonando pela Olívia, encontrando Gugu abandonado em uma cesta (baseado em uma história publicada no dia 24 de julho de 1933, na qual Gugu faz sua estreia nos quadrinhos), e reencontrando o seu pai desaparecido, Poopdeck Pappy (ou "Vovô Popeye"). Por esses motivos, algumas das pessoas que conheceram os quadrinhos originais do Popeye, costumam defender a fidelidade do filme à obra de Elzie Segar. O filme, também é considerado fiel em alguns outros pontos, como a interpretação de Robin Williams, que fica bem próxima ao Popeye dos curta metragens dos Fleischer Studios, um exemplo disso é que Williams matém o mesmo costume que o Popeye de Max Fleischer tinha, de sempre murmurar frases quase incompreensíveis em voz baixa, quando está pensando consigo mesmo.
Popeye é mostrado como detestando espinafre, o que gerou algumas críticas mas que pelas primeiras tiras não seria incorreto: o amor de Popeye pelo espinafre ficou mais acentuado com o passar do tempo e principalmente, nos desenhos animados.

Eis agora o motivo de indicar este filme. Popeye eh uma pessoa de princípios e não deixa nada perturbá-los. Isto é bom e um modelo de conduta cristã, mas as boas obras sem fé são nada: "Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.
É porventura Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente,
Visto que Deus é um só, que justifica pela fé a circuncisão, e por meio da fé a incircuncisão.
Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." (Rm 3:28-31)

Pois é, no filme Popeye tinha um bom coração, não era bem visto por todos no início, caráter, mas detestava o espinafre que o deixaria forte. Lutou contra o Brutus no fim do filme e perdia a luta enquanto não comeu o espinafre que não gostava e este mesmo espinafre, o fez derrotar um polvo que estava oculto para eles até tentar pegar Gugu e a Olívia.
Não sejamos cristãos como era o Popeye que não gostava do que lhe dava força, o espinafre. Nossa força vem da Palavra e ela nos faz derrotar homens que nos querem o mal e o principal; o diabo, que oculto tenta nos pegar. Mas se formos vigilantes quanto a ele, não consegue.

"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." (Jo 10:10)

Fortaleçamo-nos no Senhor através da Palavra.